As piocas das Fisgas de Ermelo

©CM Mondim de Basto

Em pleno Parque Natural do Alvão, junto a Mondim de Basto, o rio Olo corre calmamente até se precipitar naquelas que são das maiores cascatas da Europa. As Fisgas de Ermelo têm um desnível de cerca de 400 metros e são das mais belas paisagens do parque.

Derrotada, D. Teresa fugiu para o Castelo de Lanhoso

©CM Póvoa de Lanhoso

No Monte do Pilar respiramos o ar puro e a história que nos trouxe até aqui. Olhamos para o horizonte e vemos também longe nos tempos. Naquele que é o maior monolito granítico da Península Ibérica há castros e castelos e uma vista de cortar o fôlego.

Aproveitar para comer um jesuíta

©CM Santo Tirso

Entrar na Confeitaria Moura e pedir um jesuíta é daqueles prazeres que são únicos. Porque foi aqui que há 124 anos nasceu o pastel de massa folhada que rapidamente se espalhou: o jesuíta.

Na ponte do diabo batizam-se as crianças no ventre

Ponte do diabo: Ilustração de Mário Vasconcelos

A fronteira entre Vieira do Minho e Montalegre faz-se também pelas águas do rio Rabagão. Em Ruivães, a ponte românica de Misarela permite o abraço dos dois concelhos. Esta é a ponte de todos os assombros e também dá pelo nome de Ponte do Diabo.

A Vila do Conde quinhentista

© CM Vila do Conde

Vila do Conde é o rio e o mar e essa geografia deixou-lhe história para contar. Uma viagem pela época quinhentista é proposta a ter em conta para uma escapadinha de fim-de-semana. Lá temos a Alfândega Régia instituída por D. João II e, mesmo ali ao lado, a reprodução de uma nau da rota das Índias.

Guerra colonial tem história contada em Vila Nova de Famalicão

©Nmmacedo

Em Vila Nova de Famalicão, um projeto escolar teve tanto sucesso que virou museu. O que é hoje o Museu da Guerra Colonial surgiu de um projeto pedagógico no ano letivo 1989/90, quando 30 alunos do concelho quiseram saber das histórias por contar do conflito e foram à procura de quem o viveu.

Ir às termas a Vizela

©CM Vizela

Nas Caldas de Vizela, as águas são quentes e sulfúricas e já os romanos sabiam do seu valor terapêutico. A partir do século XIX, com a construção do balneário das termas, tornou-se num dos mais importantes pólos termais do país.

Todas as cores na serra da Cabreira

Mosteiro de São Miguel de Refojos

O mosteiro beneditino de São Miguel de Refojos impõe-se na vila de Cabeceiras de Basto, mas no concelho é a Serra da Cabreira que domina os ritmos do território. À paleta de cores das terras altas junta-se o azul do Tâmega cá em baixo.

Em Fafe com os brasileiros do torna viagem

Casas de brasileiros em Fafe

Podendo-se, o Vidago Palace Hotel é escolha a considerar. Não se podendo, não se deixe de lá ir e passear pelo imenso parque centenário, com as suas alamedas, trilhos e espelhos de água. Em Chaves, com a fronteira espanhola mesmo ali ao lado, usufrua-se do rio Tâmega e da natureza transbordante das suas margens e atravesse-se o rio pela ponte romana do Trajano.

Pelas serras do Gerês e da Cabreira

©Rosino

Prepare-se, que este é um território de grandes desníveis e paisagens de fazer cortar a respiração. Em Vieira do Minho, temos as serras do Gerês e da Cabreira mas também os vales onde correm os rios Ave e Cávado. Há que aqui vir, porque a natureza fez-se generosa para estas gentes que retribuem bem recebendo quem cá vem.