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Há choco aos molhos em Setúbal

O Festival do Choco está de regresso a Setúbal. Até 5 de março, o choco é rei na cidade da foz do Sado. Lá estará o tradicional choco frito, mas também outras formas de preparar a deliciosa iguaria.




Setúbal é conhecida pela gastronomia que vai buscar ao mar os seus principais ingredientes. E de entre todos, o choco frito é o mais popular, tendo-se tornado numa imagem de marca da região. O Festival do Choco é desde há cinco anos a mostra por excelência do pitéu. Nos 26 restaurantes que aderem à iniciativa promovida pela Câmara Municipal, é possível provar as tiras crocantes, mas também outras receitas.

Há feijoada de ovas, à pitéu, mas também assado com e sem tinta, ensopado, de caldeirada, estufado ou ao alhinho. São todas elas formas que trazem ao de cima todo o sabor da iguaria. E a partir de 17 de fevereiro, os comerciantes do Mercado do Livramento passam a ostentar etiquetas de certificação do pescado comercializado, com toda a informação exigida por lei, mas também com os selos “Portugal Sou Eu” e “Setúbal Terra de Peixe”.

No dia 5 de março, Mikael Moreira, chef da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal é o cicerone de uma mostra e degustação comentada na Casa da Baía. A participação nesta iniciativa custa 6 euros e é sujeita a marcação até 3 de março pelo telefone 265 545 010 ou pelo email gatur@mun-setubal.pt.

Participam no Festival do Choco os restaurantes Adega Leo do Petisco, Antóniu’s, Baluarte da Avenida, Bombordo, Cantinho dos Petiscos, Casa do Mar, Convés, Estuário do Sado, Ferribote, Mar Azul Snack-Bar, Novo 10, Petisqueira O Manuel, Poço das Fontainhas e Rebarca.

Fazem também parte desta iniciativa os restaurantes do Rio, Monte Real – Sabor a Mar, Ribeirinha do Sado, Rius Vip, Solar do Marquês II, Taberna de Azeitão, Taberna Grande, Taberna Típica O Pescador II, Tasca das Marés, Tasca do Xico da Cana, Tasca Kefish e Verde e Branco.

Jorge Montez
Nasceu e fez-se jornalista em Lisboa, mas quando o século ainda era outro decidiu mudar-se de armas e bagagens para Viana do Castelo. É repórter. Viveu três meses em Sarajevo quando os Balcãs estavam a aprender os primeiros passos da paz, ouviu o som mais íntimo da terra na erupção da Ilha do Fogo e passou cerca de um ano pelos caminhos do Oriente.