© CM Marvão

Como um ninho de águia

Marvão é como um ninho de águia, surgindo lá no alto do monte escarpado e aparentemente inacessível. Hoje, conquista-nos com a sua beleza, a sua traça medieval e o casario que sobe até ao castelo, as suas igrejas e as vistas deslumbrantes.

©CM Monforte

Ir a Monforte e Torre de Palma

Na encosta de Monforte, as igrejas sucedem-se, já fora de portas, espraiando-se em direção à ribeira de Monforte atravessada pela bela ponte antiga. Lá no alto do monte está o castelo e o núcleo urbano com a sua igreja da Misericórdia.

Moura, no Baixo Alentejo

Moura das pessoas, do vinho e do azeite

Passeie-se pelas ruas de Moura em direção ao Edifício dos Quartéis. Ver-se-ão as casas de arquitetura popular e as da aristocracia e, indo-se com atenção, reparar-se-á que as suas gentes fazem do espaço público local privilegiado para estar, conferindo assim à cidade um cunho muito pessoal.

©Alves Gaspar

Por Porto Côvo e terras de Vasco da Gama

Carlos Tê escreveu a letra da música de Rui Veloso que fez com que Porto Covo deixasse de ser um segredo bem guardado e passasse a património de todos. Mas a bela aldeia de Sines soube manter o seu caráter e é ainda hoje muito bela e ponto de arribação para quem procura as suas muitas praias pequenas.

©CM Vendas Novas

As bifanas de lamber o beiço

Há decisões políticas que determinam os destinos de vilas e cidades e outras há que as fazem nascer. É o caso de Vendas Novas que, quando D. João III instituiu a Posta Sul e mandou rasgar estradas pelo Alentejo em direção a Montemor, foi local escolhido para uma estalagem onde a real comitiva pudesse pernoitar quando ia à caça. A estalagem fez-se e a povoação cresceu à sua volta e muito mais tarde tornou-se célebre pelas bifanas de secreta receita.

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