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Terra de mosteiro e marmelada

Odivelas é hoje um concelho fortemente urbano às portas da capital mas a sua ocupação tem vestígios megalíticos, romanos e árabes, com destaque para a anta de Pedras Grandes, o dólmen das Batalhas ou o Castro da Amoreira.
Mosteiro mandado construir por D. Dinis
Mosteiro de Odivelas

Odivelas é hoje um concelho fortemente urbano às portas da capital mas a sua ocupação tem vestígios megalíticos, romanos e árabes, com destaque para a anta de Pedras Grandes, o dólmen das Batalhas ou o Castro da Amoreira.

O grande impulso da região foi, todavia, no século XIII com a decisão do Rei D. Dinis de erguer em Odivelas um mosteiro, de invocação a S. Dinis e a S. Bernardo. Aliás, o nome da cidade poderá estar ligado precisamente a D. Dinis e ao mosteiro: segundo a lenda, o Rei tinha o hábito de deslocar-se à noite a Odivelas ao Mosteiro de S. Dinis e certa noite, sabendo a Rainha do que se passava resolveu esperá-lo e quando o Rei fazia o seu percurso para o encontro, D. Isabel interpelou-o – “Ide vê-las senhor?”. Pelo que, a expressão “Ide vê-las”, por evolução, terá dado o nome a Odivelas.

Também ligada ao Convento de Odivelas e às receitas das freiras bernardas, estão vários doces conventuais, com destaque para o ex-libris – a Marmelada de Odivelas – mas também os Suspiros de Amêndoa,  os Tabefes, os Esquecidos, o Toucinho do Céu, entre outros.

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