Jorge Montez

Jorge Montez

Nasceu e fez-se jornalista em Lisboa, mas quando o século ainda era outro decidiu mudar-se de armas e bagagens para Viana do Castelo. É repórter. Viveu três meses em Sarajevo quando os Balcãs estavam a aprender os primeiros passos da paz, ouviu o som mais íntimo da terra na erupção da Ilha do Fogo e passou cerca de um ano pelos caminhos do Oriente.
Lajes do Pico, Açores

Terra de baleeiros

Quando o arpão penetrava na carne, “aquela alegria durava… era uma adoração porque estavam milhares e milhares de bocas à espera daquela baleia”. Foi assim até aos anos 80 do século passado. A caça à baleia agora faz-se de máquina fotográfica mas os cetácios já foram o principal ganha-pão das gentes da ilha.

©F nando

O lago que Mourão ganhou

Mourão foi um dos territórios que mais modificações sofreu com a barragem do Alqueva. A simpática vila alentejana já gozava de um clima de exceção na planície alentejana que o Guadiana lhe emprestava e que permitiu juntar as árvores de fruto às oliveiras. Agora tem o lago e todas as atividades que ele traz.

©Rosino

Pelas serras do Gerês e da Cabreira

Prepare-se, que este é um território de grandes desníveis e paisagens de fazer cortar a respiração. Em Vieira do Minho, temos as serras do Gerês e da Cabreira mas também os vales onde correm os rios Ave e Cávado. Há que aqui vir, porque a natureza fez-se generosa para estas gentes que retribuem bem recebendo quem cá vem.

A sopa da pedra – Almeirim

Conta-se que um frade mendicante, com o estômago a dar horas, viu-lhe ser recusada uma refeição em casa de agricultores remediados. Com o engenho que a fome lhe deu, o dito frade encolheu os ombros, olhou para o chão e escolheu a mais bela das pedras

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